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quarta-feira, 13 de abril de 2011

144/2008

28/04/2008
Sentindo o peso da vida no corpo
Velho que o tempo se encarrega
De fazer com que eu sofro
Com toda carga de amargura

Trocando toda alegria por cura
Tudo estará completo perfeito
Dos dias idos com jura
São sujeitos com seus defeitos

Passei por parte da parada
Celeiro de um conturbado
Momento desgarrado
Na felicidade e por sorte
Encontrei uma saída

Toda saída terá uma porta
Levando a liberdade
O amanhã ficará na desordem
Quando iremos arruma e limpar?

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