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sábado, 16 de abril de 2011

194/2008 –

27/10/2008
O orvalho das minhas noites
Já não há mais sereno
Não vejo os simples detalhes
Dos que têm me comovido

Planeta terra girando
No sistema solar
Já nem tenho idéia
Do quanto tudo isso
Fazem-me chorar

São loucas agonias eu aviso
Dos pequenos problemas gerados
Previsão olímpica em preciso
Reler todos os meus escritos

Olhei simplesmente os escritos
Que eu ainda iria julgar
Tudo do meu lado eu deliro
Como uma estrada de um lugar

Mas tudo há uma modificação
Soando frio pude perceber
O ser humano malvado
Percorrendo incertezas
Com sua razão

Ao passo que no fundo
Procurei me aprofundar
Aperfeiçoar-me com técnicas
No final de tudo
Não cheguei a nem um lugar

Acomodado não falo, escrevo.
Quem quer seguir meus ensinos
Siga, ou se aborreça com eles.
Por fim teremos teimosias
De meninos

Retrato tudo que passo
Pequenos detalhes
Ficarão no passado
Tudo que nos vale

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