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domingo, 17 de abril de 2011

210/2008 – Poeta

02/11/2008
Sou poeta
Alegre ou triste
Com pecado ou sem
Sem palavras de nada existe

O que seria do poeta sem as letras
Seria noite sem lua e estrelas
A brisa que despe a beira mar
Um vento frio
Um solo quente do lugar

A rotina diária de cada um
O dia nasce e morre
São palavras do poeta
Que leva a vida discreta

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