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domingo, 17 de abril de 2011

207/2008

02/11/2008
Entreguei-me as aventuras do amor
Muitas mulheres diferentes eu amei
Na busca inconstante do calor
Vi todo o constrangimento que causei

Agora provo do remédio amargo que receitei
Estou vivendo o mesmo mal
De viver de duvidas e de traições
Como antes para me era normal

Do celular procuro anotar
Possíveis ligações de traição
Talvez que ela nem vá notar
Ou veja o desejo de ver-me em ação

Á maldito é o amor
Quando amamos de mais
Querendo sempre mais
Pra com ela ficar

Á maldito amor
Quando nos deparamos
Estamos vivendo essa dor

Maldito
Que nos atormenta
Mostrando a face
Das duas moedas

Amar poderá ser bom ou mau
Como tantas coisas
Levando que ama
Para um baixo astral

Á maldito amor
Quando ama forte
Tem-se grande dor

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