Quantos momentos bons passaram
Desde quando comecei a escrever!
Fatos na história não pararão
Estamos sempre vivos a sobreviver!
Umas coisas o tempo mudou
Outras irão ser mudadas.
Nada se entende o que codificou
Apenas querendo encarar-las!
Testemunhar é o tudo.
Andar a favor ou contra!
Certo ou comumente absurdo!
Será que seremos descobertos?
Apenas fazendo parte do sistema
De uma vida diária de um povo.
Telenovela medíocre ou teledrama
Que de nada se muda de novo!
Meus últimos versos desse caderno
Poderão ser quem sabe os primeiros
Dos quem estão mortos na terra!
Meus versos estarão enterradas em gavetas...
Supremas teorias dos meus dias diários!
Cantarei sempre às escondidas
Como a um poeta solitário
Que depende dessas rimas!
Tudo estar agora nesse atual momento
Como se a vida fosse guiado mórbido.
Nada de ação repulsa ou atrevimento
De detonar um respeito repulsar!
Olhos em torno de me
E de nada faz sentido.
Às vezes o que faço escrevo
Sem ter nada haver comigo.
Então procuro sair dessa anestesia.
Penso que as pessoas que me rodam
São apenas uns épicos aperitivos
Que por dentro eu brinco!
São pessoas com ou sem sentimentos.
Uns trabalham e outros tomam.
Caladas falando censuras falsas.
Conciliam os quem alteram.
Tudo está aqui presente
Bem perto de cada um.
Quem não nota é ausente
No tempo unicamente onipotente!
Então poeta vive calado e escrevendo
Sobre tudo que ele presencia.
Quem sabe em outros enganos
Seja breve os novos desafios?
Essas serão as ultimas linhas
Que esse humilde poeta deixa
Escritas nessas poesias de rimas
De todos quem sabe mais teorias.
Vejo um novo dia a se aproximar
Estou aqui no meu canto tranqüilo
Quem sabe poderá ser uns dos últimos
Que em vida eu destilo!

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