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terça-feira, 26 de abril de 2011

Ser invisível, teletransporto

267/2008-24/12/2008-

Fico zanzando pelas ruas
Igual a um ser sem morada.
São as saudades suas
Deixando-me sem saída!

Ouço vozes de trovão
Arrancando meus soluços!
Sem saber dessa paixão
Às vezes me tele transporto.

Sou um personagem invisível
Dentro de um mundo irreal.
O que faço é inevitável
Conseqüência de minha norma.

O que o mundo obriga
É sempre ir em frente.
Certo ou errado não se discute
Quando está na fadiga.

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