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sábado, 16 de abril de 2011

Desejo incontrolado


197/2008 - 29/10/2008
Reto retido remorso;
O quanto dói falar!
Capricho é um troço
O que adianta xingar?

Súbito suficiente sucesso
Quem luta pelo seu pódio
Serão frente e avesso
Bondade dentro do ódio.

Temporário tempo transporta
Desses que estarão por cima
Como o doce estará amargo
Certezas dos que duvida!

Unitário, utilitário do universo
Contemplo minhas palavras
Que escrevo em verso
Declamando em harmonia.

Às vezes repetido no tempo
Procurando do algo o impossível.


197/2008 – 29/10/2008
Às vezes retido no tempo
Procuro algo impossível
No final não me espanto
Apenas não sou vulnerável.
30/10/2008
Como tantos também têm minhas fraquezas
Que dentro do meu peito bate sorrateiro
Das alegrias e das tristezas
Colhido nessa vida por primeiro.

Provar de tudo sem poder padecer
Olhar calmamente todos os sentidos
Não deixar o mal prevalecer
Dos fatos bobos ou males ocorridos.

Quem dera fosse um mundo bom
Com pessoas sem cinismo
Quem dera as pessoas fieis
De bem praticamente com sigo!

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