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sábado, 16 de abril de 2011

196/2008

28/10/2008
Quantas vezes eu tentei acessar
Bem fundo no seu coração
Nem chegar nem lá
Essa é a minha situação

Andar perdido pelas noites
Como a um zumbi de filme
Chorando nos meus dias tristes
Nessas luzes que me ilumine

Por sombra de duvidas eu duvido
Pelo que tenho te pertencido
Não certo eu aceito
Tudo me tenho corrigido

As falhas de quem escolhem
Tudo na vida o que quer
Dos sentimentos se recolhem
Como saber o que vier

Traçando as noites eu anoto
Traço o que na cabeça
Ao passo quem sabe na morte
Esteja essa esperança

Nem um dia será como o outro
Tudo são semelhanças diferentes
Tudo que nosso corpo
São presas as sementes plantadas

Ouvi toda minha razão por dentro
Logo pude perceber que abunda
Transpira o que é de ontem
Assim como todas as ciladas

Meus versos estão confusos
Assim como a cabeça do homem
No ser total dos abusos
Toda ira lhes consomem

De tanto procurar a saída
Volto ao começo tudo de novo
A chegada poderá ser à volta
Confundindo todos os sentidos

Aprece logo tudo e veja
O que lhes têm preocupado
Estará sempre por perto
Bem perto do seu lado

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