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quinta-feira, 14 de abril de 2011

176/2008

11/12/2008
Em delírios confusos
Clamei por teu nome
Apocalipticamente nos fusos
Dos abusos com todos fundos

Meu termo essencial
De nada é igual
Tua presença sumia
Sou doente mental

Dos olhos caiam lagrimas
Sofrer em silencio podia
Revelando todos os dilemas
Retida nessa agonia

Ser poeta é sofrer pelos outros
Cantar em versos alegres ou tristes
Os desejos realizados por muitos ou poucos
Dos quem estarão passando por sortes

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