263/2008-21-12-2008
Quando em vontade me atrevo
A escrever algo sem compreender.
Descrevo neles o desespero
Deixando o coração padecer!
A fonte está dentro de cada um
Basta procurar e escrever.
Fatos da vida consumados
Que insiste em tocar nelas!
Como ferida expostas aos olhares.
Timidamente entra em colapso.
Contraindo e retraindo
De tudo em tese de desleixo!
Uso frágil de tolerância!
Ignorante ignorância
Arrancada na pele!







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