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terça-feira, 26 de abril de 2011

Escrevo o que eu quero

263/2008-21-12-2008

Quando em vontade me atrevo
A escrever algo sem compreender.
Descrevo neles o desespero
Deixando o coração padecer!

A fonte está dentro de cada um
Basta procurar e escrever.
Fatos da vida consumados
Que insiste em tocar nelas!

Como ferida expostas aos olhares.
Timidamente entra em colapso.
Contraindo e retraindo
De tudo em tese de desleixo!

Uso frágil de tolerância!
Ignorante ignorância
Arrancada na pele!


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