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quarta-feira, 27 de abril de 2011

O que vale é o que você têm

004/2008 – 02/01/2009-



Quando em vida apareceu à sorte.
Desperdiçando atirei tudo que ganhei. 15/04/2012
Foram jogos, mulheres e morte
O sempre preparei...

Estava assim:
Triste e só!
Pessoas ruins
Deram-me de beber o fel.
Trouxeram-me o que de valor eu
Tinha em vida: O NADA

Quando a sorte veio
Prosperando em minha vida,
Viram toda a minha riqueza!
Aproximaram-se de mim
Fizeram-me de amigo e irmão...

Agradei-os como podia,
Ajudei, amei, bajulei e entre tantas
Coisas que o poder traz.

Tudo passou...
As minhas riquezas
Eles levaram

Hoje só
Mendigo um pouco de comida
A quem fiz o bem...

Nova esperança


0003/2009
Prepare o teu coração
Para novas emoções!
Companhia e solidão
Conforme os padrões!

O ano entra com tudo nessa força
Trazendo como sempre agora a sorte
Dependendo dos aqueles na esperança
Vivendo a vida ou encontrando a morte.

Crescer com o trabalho suado a uma fortuna
Que empobrece com suas misérias.
Levando a cada ser uma nova trilha
De conviver com ou sem ilusões sinceras.

Atravessar uma situação critica
Faz parte em tudo na vida.
Conselhos com produtos místicos
Dos quem nela acreditam.

Doar um pouco para se multiplicar.
Não pensar a quem fora doado
Que na certa tudo valerá!

Fluidos de amizade e esperança
Traçados com amor e dedicação.

Caminhos novos.
Esquecer o mal do passado.
O que fora traído.
Então o ano será
Dos mais inesquecíveis!

Nosso Sol

002/200901/01/2009
O sol nesse intenso brilho sideral
Com seu calor brota a vida
Na terra não terá outro igual
Semelhanças entre todas.

Desde o pequeno inseto ao grande possante
Vegetais, frutos, água, vento, fogo e ar!
Dos inocentes aos grandes arrogantes
Na sobrevivência a batalhar!

Tudo atravessando a um rumo certo
Nessa lei todos nos raios de sol.
Numa busca obscena detalhes dos fatos
Concordando com tudo eu sempre parto.

Assumir uma postura anterior
Para com o que se conhece.
Não se piora no fim do tumulto
Nessa verdadeira prece.

Raios de sol que queima e resplandece
Nesse universo inteiro!
Mostrando em tudo que agradece
Todo amor por ele em primeiro.

Luz do sol que a tempo clareia
Como a um Deus potente
Que o nosso Deus nos deu a cada dia
Por esse imenso presente.

A razão do coração

001/2009-01-01-2009
Disparado com tudo para o futuro
Busco em sintonia realizar
Entre discursos e efeitos no escuro
Algo concreto irei sempre buscar.

Todo como principio todo o passado
Conseqüência que um dia passei
Deixando as melhores provadas
Todas as ruins serão desprezadas.

No mesmo propósito dos anos anteriores
Quando em minha deparei com frustrações
Tentado driblar tudo em volta
Que tanto revelou as grandes decepções.

Do mesmo propósito têm as alegrias
Guardadas para efeito de recordações!
Das manifestações de euforia lembrar
Para uma apreciação nas ações.

Tudo eu tenho aprendido com tal zelo
Das ganâncias e das minhas perdas.
Não irei de nada desprezar-las
O que vivi sempre em minha vida.

Não me sinto frustrado por tudo
Apenas adquiri proveito da situação!
Que adianta na vida um canudo
Tudo estará na razão do coração?


Entrada de ano-Feliz Natal

274-2008-31/12/2008
Fim de ano eu ouço os barulhos dos fogos.
Desde ontem são barulhos infernais!
Todos os anos os fogos se multiplicam
Dos infelizes anormais em ridículos!

Pessoas dizem ser uma festa
Outras nem gostam de ouvir
Para me é uma marmota
O quem não sabe curtir.

Todos os dias serão sempre iguais
Para muitos que não dedicam.
Nessa festiva festa
Guardando-se e se afastando.

Tudo é só alegria
Muita diversão
Encontro de folia
Quão na contra mão!

Baralhos que nem sei indicar
Tantas propostas imbecis
Enganando mesmo a duvidar
Desse mesmo infelizes!

Tudo agora está normal
Ou que sabe: Feliz natal!
Próspero ano novo
E outra vez tudo de novo!

De volta ao sonhos e pesadelos-Carlinda

273-2008-31/12/2008


Tão curto é o espaço que há entre mim e você.
Mesmo sendo tão perto está tão distante!
O meu medo da rejeição do sim ou do não
Tudo que faz um encontro impossível!


Quando em soluços eu me pego
Procurando te encontrar!
Com tudo que vejo
Ponho-me a ficar em segredo...


Avistei algumas soluções
Escorreguei nessas barreiras.
Nelas vieram as salvações
Na vontade de voltar!


Hoje percebendo todo esforço
Não me vale apenas tentar!
Meu paladar é grosso
Querendo na vida guardar...


Logo tudo isso acontecerá
Mesmo sem força própria!
Ela me olhara de frente
No momento de sua vida.


Então tudo poderá acontecer!
Tentar reconquistar o amor
Sendo dessa vez pra valer!


Umas juras e momentos
Serão sempre meio termos
Em recordação de fotos, videos
Nessa passagem....


Teimando abertamente
Encontrar-te
Meu grande amor!

A luta continua


272-2008-31-12-2008

Procurar respostas para o que deve
Proceder em situações delicadas.
Uns têm todas as chances
Outras sem a sorte caladas.

As idéias em seus projetos
As verbas a serem gastas.
Conseqüências dos fatos
O nada não os interessa!

Procurar alcançar um objetivo
Angariar um futuro promissor!
Deixando de ser negativo ativo
O mundo de oportunidade e ardor!

Sombras de duvidas todos terão
De passar por toda situação!
De querer ser o todo poderoso
Para levar ao pódio honroso!

Tudo está escrito aqui!
Se não escrevi tudo
Visto que não entendi!
Se entendesse procure
Seguir sempre à frente...

Apesar de tudo e contra todos
O mundo está assim.
Para todos viverem
E procurar de se e distribuir
Para ser retribuído!

O desafio

271-2008-31-12-2008

Agora entender tudo que te digo é impossível!
Sempre o ser humano na terra quer.
É deixar de ser para se multiplicar!
Trocar o que fazer para o aportunar
Dos que estão em desenvolvimento.

Uns atraindo toda sorte.
Outros desejando ao próximo a má.
Nascendo a vida outros a morte
De conseqüências o que doar!

Cair na realidade de pessoas cruéis!
Outras parcelas de pequenas boas!
Baixam os seres humanos infiéis
Convivendo sempre com as outras!


Momentos de reflexão

270-2008-30-12-2008

Todos os dias de minha rigorosa mocidade
Pelos dias em que de saudade fiquei
Morrendo de amor e com tédio
Onde perdido em meus pensamentos chorei!

Ouvia a voz das entranhas batendo louco!
Ele ficava desesperado ao meu encontro!
O tempo deixou o desejar que blasfemasse
Por tudo que fiquei em um ponto!

Todos têm que aprender e conviver
Entre a espada e a cruz!
Demonstrar que temos o poder
Quão saídas de trava e luz!

Tudo de corre de como é visto.
Assim, porém estamos por ai!
Nos dias certos concertamos
Em outras formulas a seguir...

Esperando Carlinda


269-2008
30/12/2008
Tenho uma vontade louca de te procurar!
O motivo é que eu sinto saudade de tudo.
Olho em minha volta está um vazio
A teu lado a sua perda eu vivo sofrendo.

Outro dia sem perceber tentei te ligar
Tomei logo a realidade e chorei!
Tudo não passou de frustração
Fazendo o real que tanto planejei.

As gotas de chuva confundem em minhas lágrimas.
Meu corpo passeia nesse tornado de chuva!
Em meu rosto ler toda a minha amargura
Dessa minha vida que sempre compõem.

Chocolate que tanto guardei em segredo
Hoje está em outros braços!
Meu amor fora roubada estou calado
Sem ação no tempo permaneço parado.

Saber quem de nós dois é o culpado
Não adiantará por em julgamento.
Saborearei o que vivi do seu lado
Tantos momentos bons do passado.

Tudo que guardei não é necessário.
Quando você foi embora
Deixando solitário
Nessa longa espera agora!

Ouvi o apelo do meu coração
Clamando pela sua volta!
Que convivi com essa solidão
Quando voltar eu fará festa!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Pai & Pesquisa

268/2008 - 24/12/2008

De onde vem essa energia
Que ilumina a nossa casa?
Perguntei ao meu pai outro dia.
Ele disse que não sabia!

Iremos nós dois dá uma pesquisa!
Falou sério meu querido pai.
Revirou livros e paramos na internet

Ser invisível, teletransporto

267/2008-24/12/2008-

Fico zanzando pelas ruas
Igual a um ser sem morada.
São as saudades suas
Deixando-me sem saída!

Ouço vozes de trovão
Arrancando meus soluços!
Sem saber dessa paixão
Às vezes me tele transporto.

Sou um personagem invisível
Dentro de um mundo irreal.
O que faço é inevitável
Conseqüência de minha norma.

O que o mundo obriga
É sempre ir em frente.
Certo ou errado não se discute
Quando está na fadiga.

Feira Livre

266/2008 – 24/12/2008

Caminho pela feira livre
Nela encontro pessoas
Que dela sobrevivem
De sustento das peças.

Vendedores de frutas
Gritam seus preços
Com alegria ou graça
Vendem seus peixes.

Pessoas que se abalroam
Vem e vão à contra mão!
Mercadorias que somam
Para casa levar o do pão!

Vendedores de roupas
De chapéu ou sapatos
Legumes lanche e sopas
Cortar o cabelo para fotos!

Saga à Carlinda Lino dos Santos


264/2008 – 23 para 24/12/2008
Esse será o meu assunto de hoje em diante, farei tudo em versos e será numerado conforme as estrofes irão surgindo. Pegarei outros que fiz para Carlinda Lino dos Santos e nele farei tudo que dediquei sempre a essa Morena Chocolate o meu amor. São cartas, versos, filmagens, fotos... Wellesley Barros. Fortaleza 24 de dezembro de 2008. 13/10/2012 Devido ao romantismo que tive com Carlinda, deixei de escrever e por em ordem a nossa história. Será um grande prazer fazer agora. Aprendizado: NÃO DEVEMOS CONTRARIAR LOUCOS!
MEUS MELHORES MOMENTOS
I
Pela primeira vez em que os olhos olharam os teus olhos
Senti-me igual a um gato na tocaia olhando a presa.
Evitei e coloquei as minhas barbas de molho
Para não cair nas garras de um novo amor nas pressas.
II
Lembro-me dos dias do Seu trabalho
Quando cuidava das crianças
Com todo carinho como naipe de baralho
Dando a elas glórias e esperanças!
III
Tentei não me entregar no momento.
Estava saindo de um amor impossível
E não queria viver outro tormento
De viver a vida no indivisível.
IV
Algumas vezes alguém desconfiou
Das minhas atitudes.
No fundo iria nascer era o amor
Por te no meu coração que surge.
V
Um dia você saia pela porta
Olhei você de longe
Em um varal de bicicleta
Ia de carona não sei pra onde.
VI
Aquele momento eu senti muito ciúmes!
Tentei-me afastar e voltei
Tropeçando pelos de grais
Que eu me desanimei!
VII
Agora entenda eu não compreendo
Do dia do relógio que fora cobrado.
Você disse que saíra desconfiada
Pela raiva dos meus dobrados!
VIII
Depois de tudo estava você bem ali
Estava a fazer as mudanças
De uma casa em que eu vivi
Em busca de outras esperanças.
IX
Então você se sentou em meu colo
No caminhão que fazia o frete.
Pedia a Deus que nunca parasse
Essa cena louca de repente!
X
Então na casa nova eu a tratei tão bem!
Gostaria de também está ali em seu lado
De fazer amor contigo também
Mas, todo tempo permaneci calado.
XI
Quando você partiu
Confesso ainda hoje
Por dentro me feriu
O que ainda existe.
XII
O destino nos aproximou
Em tão em um belo dia!
Convite para uma viagem
Um trabalho eu teria.
XIII
Encontramo-nos no terminal.
Fiquei até surpreso com tudo!
Até pensei não ser tão real
Que você teria de ter vindo.
XIV
Saímos para a Rodoviária
Paguei as nossas passagens
Embarcamos para o interior
Seguindo o roteiro da viagem.
XV
O frio do ar condicionado do ônibus
Fizera gelar e você pediu para te abraçar!
Então por encanto e magia
Estava colado no teu corpo nesse dia.
XVI
Desembarcamos em ruas desertas
Não havia uma viva alma
Que nos dessem respostas
Para nos acalmar.
XVII
Entramos no hotel da cidade
Passamos como se fosse casal
Senti-me com ela a liberdade
Estando com ela era o normal!
XVIII
Carlinda acanhada me via nu
Estava ela por de baixo dos panos
Que em sintonia era um só corpo
Como tanto planejei em planos.
XIX
No município de Irauçuba em que tudo começou
O que tivemos numa união de amor já mais vista
Toda emoção, paixão, sedução não controlada
Tudo está registrado em fotos e filmagens.
XX – 24/12/2008
Na volta de todo o serviço voltamos para casa
Fomos cada um para os seus lados
Meu coração triste ficou em brasa
De todo planejamento com todos os resultados!



A velhice

265/2008-24-12-2008

Quando o tempo tocou a face
Notando nela o encanto
Entre a criança e a velhice
Essa metamorfose eu contemplo!

Tantos dias, tantos meses
Sem olhar para o espelho!
Quando notamos às vezes
Que estou mais velho!

De uma face limpa vieram as rugas
Nos cabelos veio a brancura
Produtos de beleza em juras
De trazer pra tudo a cura.

Que todo visual deve contentar
Nessa transformação do corpo.
Rugas e pregas que vai chegar
Até ao ponto em que eu morra!


Escrevo o que eu quero

263/2008-21-12-2008

Quando em vontade me atrevo
A escrever algo sem compreender.
Descrevo neles o desespero
Deixando o coração padecer!

A fonte está dentro de cada um
Basta procurar e escrever.
Fatos da vida consumados
Que insiste em tocar nelas!

Como ferida expostas aos olhares.
Timidamente entra em colapso.
Contraindo e retraindo
De tudo em tese de desleixo!

Uso frágil de tolerância!
Ignorante ignorância
Arrancada na pele!


O sapo-O rio poluído

262/2008-21-12-2008-

O sapo foge de uma lagoa poluída.
Outros permanecem e se adaptam.
Dentro de um sistema solicitado
Dos miseráveis entre os safados!

Seu rio entrou em colapso!
Tudo em volta é só lixo.
Quando coaxa ele acha
Pouco de fezes na comida!

Nisso há uma disputa
Entre a resistência de nascer
Dos quem partem para a luta
Ou os quem irão morrer!