Erguia os olhos mortos do menino
De um ser pequeno, mas pegado
A mais e pura doença
Pobre criança, não teve
A esperança de ver a paixão
Numa certa noite
Todos assistem os seus gemidos de dores
Que germina o ar com seus gritos
Que iam ao além, lá no fim
De que magia sua morte
Na ponta do cais há um anjo
Para levar para o céu
No outra extremidade o demônio
Querendo dominar o anjo
Mas, não se tem
É uma mão lhe afogando
Mas para onde?
Será que é para o céu?
Será que é para o inferno?
Era o céu
Era o inferno
Querendo possuir a alma desse inocente
Na peleja do anjo do bem contra o mal

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