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domingo, 12 de dezembro de 2010

Leveza e a noite



Teria qualquer coisa anormal
Na aquela noite haveria sangue
Sobre todas as calçadas
Na calada vira um vulto
Toda tristeza que chorava
A filha da leveza
Com a filha da noite

Chorava a leveza que morria
Chorava a noite que morria

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