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domingo, 12 de dezembro de 2010

Descontraindo o meu caminho



Paro na beira do caminho
Com toda minha solidão

Que me leva a sentir
Olhar tudo como antes
Tudo de novo do aquele povo
Que queria ver todos felizes
Mas que com tudo que tente
Falar com toda liberdade
Nesta cidade universal
Não se praticando o mal

Que era bonito ter amor
Mas quando souberam
Que a mulher ama
Todos os homens se calaram

Sonhos e nada mais
Os meninos em toda viam
Não queriam aquilo
Que o chamassem de amor
Só queriam nos dias brincar
Com as coisas da mala
Que veio a fabula a encantar


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