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domingo, 12 de dezembro de 2010

MORTE.Ley


 MORTE.Ley

Então a tarde chorou
No sorriso o vento riu
Palavras tortas confusas
Entorpeceu meu espanto

Em meu sonho eu vi nascer
Um ponto fulminante o final
E novamente vi suceder
O meu tempo colegial

Somente para que faças a maldade
Um amigo querido à morte
Que na história não fora escrito
Sua vida ao Léo da sorte
 
Eu retornei e vi
Um mundo absurdo
De consequências
Confusas eu chorei
A morte tomara tragicamente
Esse alguém que se quer bem

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