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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Mercadores

 
Eu sempre contemplo
As coisas do passado
Dos mercadores do tempo
Que ficaram na memória

Se quiser podia mudar
A forma de qualquer ano
Podia até mudar as formas
De quem tem jeito de amor

Traziam no peito a sigla do sole da lua
Eram eles grandes
Do céu da terra do tempo do espaço
Existia gente entrando no universo

Certa tarde planejou explorar
O tempo universal
Havendo um defeito na nave
Caíra numa terra medieval
Explodindo os mercadores
Morrendo no tempo sideral

Ainda hoje me lembro
Do aquele tempo
Dos mercadores do tempo                                        
Procure e não encontrarás

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