Com arma na mão bandida

Pobre coitado homem anarquista
Jurando perdão e até inocência
É dos animais dos mais culpados
Para sua falsa consciência
Pensar na vingança
Querem se vingar
Por acharem que estão certos
Que não podem andar
Na contra mão
Fatalmente herdariam
Dos pecados em toda essa era
As armas
É a consciência desse mundo
Tão sujos matando a todos
Que os fazem criticas
Que gritam por melhorias
Para o bem do povo a natureza
Eu te vi
E logo percebi
Que de me
Você tomaria
Posse desse
Frágil coração
Todos os dias
Viva todas as alegrias
Perto de te meu mundo
Que senti que ia acabando
Despedaço meu coração
Jogou-me ao chão
Outra vez eu te encontro
Sem esperança
Sofrendo da mesma
Contra dança
Nenhum comentário:
Postar um comentário