Powered By Blogger

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

“Meu salvador e do povo”

 
Quero vê-me neste tormento
De falar sobre tudo que não se faz
Um se quer contentamento
Mas será que é este modo
Falar que não estar no testamento

Fico noites inteiras a me perguntar
Coisas estranhas das entranhas
Essa forma de tudo de amar
E que sou um louco
Nas fúrias de tudo
Que pensa nesse penar
Que sempre ama no verbo amar

Veio certa vez a sofrer                                               De tanto sofrer ao cair do final do dia
Desse meu culpado corpo                                          As minhas salvações veriam
Morrendo entre corpos                                             Outro dia a salvar-me
E sem minha alma sempre                                        Com tudo sobre a denuncia
Progredindo em pecados                                           Que sempre ficou

Mais outro dia saberá
Que esses gritos de falas
Ficará na mesma tolices
Não lhe contei que de tudo eu chorei

Nenhum comentário:

Postar um comentário