
Quero vê-me neste tormento
De falar sobre tudo que não se faz
Um se quer contentamento
Mas será que é este modo
Falar que não estar no testamento
Fico noites inteiras a me perguntar
Coisas estranhas das entranhas
Essa forma de tudo de amar
E que sou um louco
Nas fúrias de tudo
Que pensa nesse penar
Que sempre ama no verbo amar
Veio certa vez a sofrer De tanto sofrer ao cair do final do dia
Desse meu culpado corpo As minhas salvações veriam
Morrendo entre corpos Outro dia a salvar-me
E sem minha alma sempre Com tudo sobre a denuncia
Progredindo em pecados Que sempre ficou
Mais outro dia saberá
Que esses gritos de falas
Ficará na mesma tolices
Não lhe contei que de tudo eu chorei


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