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quarta-feira, 30 de março de 2011

115/07

28/04/2007
Para onde sempre vou à noite?
Tento descobrir o bálsamo
Por dentro quase triste
De rimas sentimentais e mimos

Como os loucos que se flagelam
Torturando seus corpos com batidas
Meus sentimentos sempre assolam
Toda minha mente contorcendo
Feito feridas

O meu único remédio declarar
Tudo que tenho por dentro
Tento encara e vem o acovardar
Sei que não que não vou melhorar

Falo confuso e isso é tudo
Não vou dormir nem sugerir
Quando o meu ódio passar
Estarei sempre por ai
Porque der e vier

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