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terça-feira, 29 de março de 2011

098/07

21/04/2007
De vez em quando me encontro
Numa loucura implacável
Levando aos momentos tolos
Que prevalece a toda inocência

Quando abre os olhos da mente
Percebemos estarmos enganados
Olhamos sempre e seremos inocentes
Se deixarmos de lado

Talvez que a mente é que mente
O consciente subconsciente
Outras coisas irreais
Do normal ao anormal
Ou qualquer coisa!

Pareça ser ou não parece
O que somos não interessa
A ninguém só compete a me
Que devo mera explicação
Quando o dia terminar
Estarei com a mente tranqüila

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