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segunda-feira, 28 de março de 2011

082/07

05/04/2007


Preguei-me a te
Como uma cola maluca
Sentimentos minaram
Todo meu ser de viver

De principio todo ciúme
Tinha tocado o meu mundo
Percebi que era costume
Porque sempre queria tudo

Ouvi a voz da razão
Será um pouco preço
Viver de compaixão
Afeto e adereço

Moldar o imoldável
Será um sacrifício
Tudo que sempre é móvel
Com a arte do ofício

Tentar sempre
Mesmo que tenha tentando

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