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quarta-feira, 30 de março de 2011

122/07

30/04/2007
Quantas das vezes
Eu bati na mesma porta
Implorando que abrisse
Dando chance para me

Foram anos
E nunca desisti
Ou dar um fim

Minhas idéias
Nunca irão mudar
Mais mesmo assim
Seguirei tudo calado
Sei que dependo e sou
Um cara tranqüilo
Para mudar
Tudo que existe
Hoje darei depois.

121/07

30/04/2007
A prima da Vera
Adora a primavera
Dizia ela:
Gosto de rosas e flores
No mês de setembro
Sempre a vejo
Com seus olhos
A reluzir e brilhar
De tanta alegria
Que por dentro de me
Fazia sentir

Um bom perfume
Que exala no ar
Primavera da Vera
Sempre era assim
Oferecia o néctar
Das flores de jardim

120/07

30/04/2007
Quando pela primeira vez eu te vi
Todo meu corpo sofreu um abalo
Olhei em teus olhos e senti
O calor de o afeto me tocar

Mil estrelas
Em minha cabeça a brilhar
Transformando-se
Em mil rosas
A ilusão de um paraíso

Quando eu te vi

Como um bobo
Meus olhos paralisaram
Como a um toque de magia
Eu a via tão linda
Sempre a assim
Sempre a sorrir

119/07

30/04/2007
À noite chegou cedo
Contando quantas vezes
Perco as contas
Dos dias que sofri
Ou os que eu chorei

Estou vivendo tudo
De forma de sempre
Demorei perceber
Todos teremos que sentir
Então dominaremos
O medo que nos domina

Sentir-se vivo é isso
Cheios de altos e baixos
O ganhar e o fracasso
Sempre será assim
Não importando a época
Todos nós teremos
Que encarar de forma
Para não se arrependermos

Mais se for para
Será sempre assim
O que fazer?

Mesmo no final
Dos meus dias
Muita terá de saber
Mais do contrário
For para perceber
Então farei

Procurarei não desanimar
Trairei sempre a morte
Quando ela chegar
Então se for para sempre
Deixarei esse mundo
Habitando em outro

Acordo e não sei
Mesmo assim vivo
Como cada dia descobrindo
Todo esse segredo

118/07

30/04/2007
Plantar a semente do bem
Numa ajuda incessante
Sem querer colher também
O que plantou com suor
Os mais inocentes
03/05/2007
O que plantarmos sempre sabemos
Que toda colheita será colhida
Poderá sempre das sementes boas
Ou também das más
Dependerá como será o plantio em vida

Tudo do destino terá sentido
Quando praticado o bem
O proceder será consultado
E nada ficará além

117/07

29/04/2007
Estou de traz do muro
Sempre no escuro

Com medo de tudo
Quando o assunto
É submundo

Tudo me apavora
Ao romper da aurora
Para casa sempre vou

Seqüestros, assaltos
Assassinato, suicídios
Tantas cenas e atos
Dom homem em declínio

Dirás que é sempre natural
O que estar ocorrendo no mundo
O povo levando ao normal
Das balas, pauladas e facas ferindo.

116/07

29/04/2007
O desespero
Tomou conta do ser humano
Aniquilação e suicídio
Em milhão

Dentro de cada coração
Sem amor e sem Deus
Exageros da paixão
Sofrendo dos atos teus

Não adianta estrebuchar
O medo é o pior segredo
Erguendo a cabeça para enfrentar
Duvidas da vida sempre

Tirar a vida de se ou dos outros
Com em uma brincadeira
Não serei um Deus, mais sofro
Quando vejo tantas asneiras

115/07

28/04/2007
Para onde sempre vou à noite?
Tento descobrir o bálsamo
Por dentro quase triste
De rimas sentimentais e mimos

Como os loucos que se flagelam
Torturando seus corpos com batidas
Meus sentimentos sempre assolam
Toda minha mente contorcendo
Feito feridas

O meu único remédio declarar
Tudo que tenho por dentro
Tento encara e vem o acovardar
Sei que não que não vou melhorar

Falo confuso e isso é tudo
Não vou dormir nem sugerir
Quando o meu ódio passar
Estarei sempre por ai
Porque der e vier

114/07

28/04/2007
Lembrar à hora de chegar
Um dilema completo de absurdo
Chegarei à hora ou o dia
Não darei nem um problema

À noite sempre ela me acalma
Planejando o dia que vai chegar
Tranqüilo sempre estar à alma
Com todo meu corpo a relaxar

Quem sabe uma caminhada
Na beira da praia
Sentir a brisa fria
Ou esperar um novo dia

Tudo poderá ser um absurdo
Por se tratar não estar contigo
Fazendo meus versos estou mudo
Querendo um castigo com tudo.

113/07

03/05/2007
Meu eu sempre fala comigo
Às vezes responde e contradiz
Como tudo quase sempre eu aceito
04/05/2007
Todos personagens desaparecem
Quando cada um morre deixam seu currículo:
Seus desejos, medos, ambição etc.

Um personagem poderá ressuscitar o outro
Se necessário for

Ônibus lotado cheio de vozes
Sento na cadeira de um lugar
Será que vou sofrer meses
O choro faz-me soluçar

112/07

28/04/2007
Deixei seguir o curso normal
Confesso que pretendia te procurar
Disquei até o seu telefone
Nem era surpresa
Sempre não consigo falar

Vou passear por onde sempre andamos
Havia em minha mente mil planos
E tudo mudou de repente
Tentei fulgir de tudo
Principalmente de te esquecer
Estou só e não estou do seu lado
--- Eu sou o principal.
=== Esse responde e indaga a tudo. (Duas personalidades).

111/07

27/04/2007
O que rima com o teu nome?
O amor é cego e me consome!
Quando parar te conto tudo
Dando piadas acabo
Ficando mudo.

Entrego-me ao silencio
Que por dentro queima
Conto a grande incidência
Que meu corpo inflama

Todo silencio tomou conto no momento
Quebrando o gelo sempre você fala
Esse é o meu pior sentimento
De fazer amor antes da fala

Quase tudo termina
Penso em comentar
Dizendo não me anima
Querendo é descansar

110/07

27/04/2007
Semana de aula conturbada
Com um grilo cantando insistente
Por um minuto os alunos
Ficaram calados e o grilo
Permanecia no aquele cricri

Os ouvidos tiniam
A cabeça doía
Parecia que tudo
Queria explodir
Traduzia toda aflição

Dando vez a voz do professor
Que o grilo teimava em competir
Talvez que nem dessa atenção
Do cricri insistente

De vem em quando um aluno
Dava de engraçadinho
Zombando do grilo
Xingando ou falando palavrão

27/04/2007
O que seria o canto insistente
Sempre no mesmo horário
Uma disputa um chamado
Alegria, tristeza ou o que?

O fato é que aquele grilo
Não parava de cantar

Quase duas semanas

O professor de religião falou
Que o grilo tem uma grande energia
Se ele morasse no Japão
O japonês já teria o comido

O grilo ouviu e parou o deu cricri
Por alguns minutos pensei
Que havia cessado
Por causa da aquela prosa

O grilo parou, disse o professor.
Também não tinha dado atenção
Agora percebo que tudo
Na sala não se faz falta

109/07

27/04/2007
Chegou bem cedo para voltar
Quando tinha feito tudo
Você me aparece com essa cara
De quem foge do mundo

Tudo bem não faça nada
Já que fiz as cousas
Deite e descanse
Para outro dia lá chegar

Seus olhos arregalaram para me
Como se fosse pedir perdão
Seu corpo soado mesmo assim
Traduzia toda aflição

108/07

26/04/2007
Vista a roupa da solidariedade
Doando algo que não precise
Aos humilhados da sociedade
Na conquista dessa crise

A roupa usada e apertada
Ou que saíra de moda
O pouco poderá ser usado
Para quem não nada na vida

Ajudando a alguém
Sem olhar a quem
Doando os imóveis
Para preencher a casa
De outros que não têm
Uma cesta básica
Para matar a fome
Dos mais necessitados

107/07

26/04/2007
Ainda é cedo
Aqui fora estar uma névoa
O sol pálido sem brilho
O frio em que me arrepio

Logo tudo será tudo claro
O sol aquecerá cada um
Sem cobrar nem imposto

Todos os dias são iguais
Para muitos ruins
Para outros normais

A rotina sempre continua
Não importando o dia
Em breve estaremos na rua
Para uns trabalham
Outros perambulam
Sorrir outros chorar
Certezas e incertezas
De um dia o ser humano
Ser melhores

terça-feira, 29 de março de 2011

106/07

25/04/2007
Estou com muita fome
A verdade ou mentira me dói
Dentro da alma do homem
Que rouba e corrói

Os que choram de barriga cheia
Sempre serão os piores
Tendo o comer
Praguejando na boca
Destroem jogando fora

Os que tiram dos que precisam
Para usar em outra sem necessidade
No uso de drogas e do álcool
Para matar a vontade

Essa vontade de deixar os homens loucos
Nos delírios serem os poderosos
Com há um deus no topo do mundo
Querendo pisar e massacrar a todos

Loucos!
Todo corpo é frágil
Só a alma que é forte
Mais a alma estará
Sempre nas mãos de deus
26/04/2007
A fome é pior do que uma guerra
Nela se mutila todo corpo
Faminta espera como fera
Que estar morrendo no sufoco

Muitos irão dizer ser bobagens
Do que eu me refiro
Não sabem de nada
Dos quem morrem a míngua
Muitos os que falam
Está sempre com mesas fartas
Jogando aos miseráveis
Sobra de toda comida

105/07 - A saga para Carlinda

25/04/2007
De tudo poderá de me tirar
Dos objetos ou outros
Que não poderá me devolver
Mesmo assim estarei
Feliz por estar e ter
Toda felicidade
Que passei do seu lado

Ninguém poderá roubar
Das noites que passamos juntos
Na beira do mar
Das caminhadas pelas
Ruas desconhecidas
Das pessoas que conversamos
Sem saber quem
Dos ônibus
Dos terminais em altas horas
Tudo ficou marcado

As fotos que batemos juntos
Em todos os lugares da cidade
Que por uns dias
Estavam esquecidas
Agora será pra valer
Choradas nas noites
Tristes de minha vida

Junto com elas as canções
Que fiz pra você
Das loucas razões
Que tive para te oferecer

Tudo isso e nem você e nem ninguém
Poderá tirar de me
Ficará marcado para sempre
Dentro do meu coração
Porque você é e será para sempre
O meu grande e louco amor
Que amo e vou te amar
SEMPRE...

Já é tarde
Então guarde
Todas as lembranças
Que na dança
Tentou bailar
Sem se safar
Com toda minha situação

Tarde ou cedo
Sempre com coragem
Ou com medo
Siga a viagem

Todo o desespero
Não quero meter medo
Estarei sempre assim
Todos os dias
A qualquer hora
Logo não demora
SEMPRE...

Muitos dias passaram
Quantas vezes triste
Sempre fiquei pelos lados

Poderia ter te falado o certo
Que tudo não passou de engano
Mas, tremi de ódio e raiva
Ao ouvir tantas barbarias
De uma inocente criança

Já é tarde
Nunca me perdoarei
Por tudo que fiz
Porque era pra ter
Desmentido toda mentira
Confessar que:
Não! Não fui eu...

Agora estou vivendo
Todos os momentos
Que temia do passado

Não me entenda mal
Ou interprete de forma
A considerar-me culpado
Com injurias e mentiras

Esses dias foram os piores
Que já passei em vida
Esperava ter consolo
Nos teus braços
E só encontrei tristezas e mentiras
Que me apunhalou

Esperava de você sempre o melhor
Ouvir palavras gentis
De repente eu ouvi o pior
Então me senti um ser infeliz

No aquele momento
Queria não ter te conhecido
Todo destino é cruel
Por me deixar apaixonado

Não tomarei mais seu tempo
O dia em que te precisei
Você me jogou ao vento
Abandonando tudo
Que passamos juntos

Já é tarde
Os sentidos e ouvidos
Estou tonto de sono
Um dia verás as tolices
Que fizera para meu mundo
Então tudo vai passar
Mês assim estarei
Sempre em sentinela
Para quando
Quiseres voltar

Ouço seus risos, sua fala,
Teus gestos e caricias
Penso por momentos
Que estar do meu lado
O corpo sente frio
E não deixa
E acabo sempre
Caindo no sufoco.

104/07

24/04/2007
Estamos sendo sacudidos
Com alto índice de população
A massa libera os preocupados
Outras convivem na traição

O planeta fervilha de vida
De seres humanos principalmente
Como vermes em ferida
Comendo tudo pela frente

Os decepcionados com toda derrota
Costuma buscar da natureza o fácil
Para mostrar a sua mesa farta
No convívio vivendo como inútil

Roubaram a paciência
Como os objetos e utensílios
Os ladrões são descobertos
Morrendo em seus exílios

O aumento populacional
Levando pessoas ao desespero
Sem nem um emprego formal
Criando novas saídas

027º 12/05/2006

Vá pra puta que pariu
Esse sistema que nos enganam
Não vote no Lúcio Alcântara

102/07

23/04/2007
Logo a escola tomará
Seu ar de sombrio
As horas levarão
De cada aluno para suas casas

As falas, risadas e gritarias,
Logo sairão
Toda escola sentirá o alivio
E descansará em paz
103/07 23/04/2007
Defenderei a me
Quando chegar a hora
Quando a outra parte
Que sempre acusa confessar
O grande erro que cometeu
E na sentença vier
O veredicto estará
Pronto e assim todo castigo

Penso que o silencio
Seria bem melhor
Mais solitária a escola
Ela demonstrará
Nas páginas de seu diário

Um ano passa rápido
Às vezes mais do costume
Não vendo tudo passar
Tudo na vida virará estrume
Sempre sem muita importância
Declararei não querer tê-la
Para que proves da frieza
Dos erros que cometera

Minha consciência estar limpa
Não me afobo com as mentiras
Por tudo que já passei
Sempre me apavorei
E agora estou vivido
Bem vivido
Sem querer os erros do passado

101/07

23/04/2007
O tempo todo é sempre assim
Como vou esquecer esse amor
Que sempre dediquei e logo
Agora estou em duplo caminho

Logo tomarei as rédeas
E desse amor esquecerei
Não saber de nada
Nem mesmo quanto chorei

Como em uma despedida
Nem se quer duvidei
Ficou grande a ferida
Do Remédio amargo provei

Um caminho eu acreditei andar
Nele tropecei e cai
Noutro quero sonhar e amar
Esquecer do amor falso
Que só fingiu
Ter me amado

100/07 Carlinda

21/04/2007
A tarde cai molhada de chuva
Meus passos vacilam
Levando-me aos mesmos caminhos
Que sempre caminhamos
Quando em namorados

Logo estarei na beira mar
Lembranças vêm e trazem
Imagens que por momento
Estar tudo bem contigo

A verdade é sempre outra
Então quase levei a sério
Todo acontecimento
Pra não sentir o mesmo tédio
Tentarei sonhar outra vez

Caminho com os pés descalços
As águas mornas da praia
É meu balsamo da cura
Que tento esquecer
Que estou sem você.

099/07 - Carlinda

21/04/2007
Meu ódio tomou
Proporção alarmante
Tudo que faço
É pensar em você
A cada instante

No meu caderno de poesia
Estar escrito todos momentos
Ao teu lado sempre vivia
Sem se importa do fim do dia

Acordar e enfrentar
O mundo lá fora
Trazia sempre desânimo
O que importa agora
Procurar um novo ânimo

Sei que todos os meus versos
Nunca irá lê-los
Mesmo assim mesmo escrevo
Para ter que desabafar
Comigo mesmo

Não duvido que um dia
Por semelhança ou ironia
Voltasse a me amar

23/04/07
Talvez tirasse o pré-texto
Para falar que errou
Pretendendo agora voltar

Estou confuso não quero
Talvez querendo sim
Fosse bem melhor

Eu não estou a fim
Outro dia talvez
Eu sairei tomarei um gim
Para esquentar
Ou esfriar
Meus egos

Um dia vou falar
Quem sabe até mais
Vou falar...

098/07

21/04/2007
De vez em quando me encontro
Numa loucura implacável
Levando aos momentos tolos
Que prevalece a toda inocência

Quando abre os olhos da mente
Percebemos estarmos enganados
Olhamos sempre e seremos inocentes
Se deixarmos de lado

Talvez que a mente é que mente
O consciente subconsciente
Outras coisas irreais
Do normal ao anormal
Ou qualquer coisa!

Pareça ser ou não parece
O que somos não interessa
A ninguém só compete a me
Que devo mera explicação
Quando o dia terminar
Estarei com a mente tranqüila

097/07

20/04/2007
Poucas das coisas que sempre
Alcançamos em vida tem valor
Nascemos nus e com o tempo
Ganharemos do amor o agasalho

Cobrindo do amor material
Logo estaremos com muito
Acessórios de outros
Pequeno ser que cresce

Uns pequenos sapatos
Camiseta de mangas
Toda proporção tomada
Com tudo que mais
E mais até o absurdo
Ganhar o mundo

Tudo passa, todos querem
Praticar toda ganância
Sem se importar a que pise
Saber do todo da majestade
Será o principio de tudo

096/07

20/04/2007
O destino foi cruel
Trocando todo amor
Pelo esse amargo fel
Que trago sem pudor
Falar que lembro

Mesmo que não
Tenha essas lembranças
Não tenha lembrando
Que tinha esquecido

Hoje é um pouco triste
Antes era de mais
As lembranças hoje
Ainda nesse pouco tempo
Elas vêm e voltam
Como a um pesadelo
Que nunca tem fim
O mesmo sonho está
Vejo-me sempre assim
Tão só por te amar

095/07

20/04/2007
Será hoje o todo fim?
Algumas horas eu dediquei
Porque antes eram varias
Do meu pequeno mundo

Hoje poucas horas
Quase nem lembrando
Mais sempre me vêm
Em questão de minutos
Estou ali novamente anestesiado

Lembranças que estavam
Sempre do meu lado
Mudando os desejos
De ficar te amando

Como vai a esse amor
O meu grande amor
Que sempre pela manhã
Dava-te um bom dia.

094/07

20/04/2007
Estou aqui
Sempre estarei
Mesmo sempre não pareça
Guardarei minha presença

Uns pensam no subconsciente
Como se fossem uns deuses
Hilários serão conscientes
Dos destroços somos os seus

Guardarei tudo em memória
Com tudo a lembrança
Volto quando me toco
E vejo tudo outra vez

Já não sei dizer
Tudo será sempre
Como nós queremos
Que imaginemos
Completo e confuso.

093/07

19/04/2007
Os passos ficaram
Momentos marcaram
Dentre eles os piores
Raramente esquecidos
Do melhor acontecer

Contamos as boas
As ruins serão mentiras
Pensamentos negativos
Das boas me alivia
Como a um balsamo
Elas chegam
E sempre adormeço

Retirei-me do sufoco
Outros momentos
Quem sabe morro
De tédio
Ou algo parecido
Como tudo
Às vezes brinco e brindo!

092/07

19/04/2007
Quem dera uma vez
Que tudo voltasse
Como nunca fosse
Assim tudo igual

Quem dera outra
Maneira de confessar
Como se fosse tudo natural
Os momentos tristes
O mesmo conserto

Acordar e dizer
Tudo não passou
De um sonho
Tudo que vivemos
Agora estaremos em paz

Tudo mesmo
Transformação
Renovação de vida
Para bem melhor
Do que tudo

091/07

16/04/2007
Um veludo negro são os seus cabelos
Sempre escorrega sobre os meus dedos
Nessa magia do amor quando toco
Tu és minha deusa que vive
Sempre no meu mundo perfeito
Nele nunca encontro segredo
Que seja desvendado

Tudo é visto claramente
Você será meu tudo
Um grande amor
Minha vida e futuro

Presente sempre estarei do seu lado
Como uma alma no corpo estarei

090/07

16/04/2007

Não te culpo por agir
De forma que bem quereres
A consciência é sua
Faça tudo
Sempre te der na telha

Estou acostumado com tudo
Só às vezes me irrito
Mesmo assim permaneço mudo

Só o motivo é esse
De querer permanecer
Logo tudo tomará
Seu rumo
Você vai ter
Que compreender

Fiz de tudo para te dar
Todo amor do meu mundo
Zombara das minhas palavras
Destruindo tudo que sinto

089/07

13/04/2007

Clarear toda face da terrestre
É o objetivo do astro rei
Na multidão não se ache
Que paz e sossego eu sei

De dentro do ônibus em movimento
Nitidamente vejo tudo
Transeutas pelas ruas
Caminha no meu mundo

Como zumbis vão vivendo
Sejam alegres ou tristes
Anonimato ou popular
Serão vistos outros não!

Quantos elevarão os outros
Para o pódio da vitória
São os que sempre estão
Dentro do sufoco
Que nem uma
Irão fazer
Parte da História.

segunda-feira, 28 de março de 2011

088/07

13/04/2007
O sol aquece o planeta terra
Seres humanos preocupados
Numa batalha de guerra
Preparando o seu lugar
No topo da vitória
Bem sabe lá...

Seu brilho é intenso
A camada de ozônio
O nosso guarda-sol
Os homens furando
Com toda poluição
As nuvens de arrebol

As matanças cruéis
Das nossas matas
Dos animais selvagens
A inocência é agricultora
Sempre levando sementes
Para outros lugares
Cousas que o homem
Não podem fazer

Levados pela ganância e o poder
Destroem coisas boas do sobreviver
Arrancando da face da terra
O suco gástrico da limpeza
Desse ar poluído

Sentimos de perto
Seus raios quentes
Sem se importa
O que estaremos
No mesmo barco
Porque o sol não se importa
O que estaremos fazendo
Para tudo se consertar
Ele faz o seu papel
Não importando
Rei Sol dando o fel ou mel
Bem parecendo
Longe no infinito

087/07

13/04/2007
Somos todos conscientes e subconscientes
O que as frases expressão
Logo os escritos metem
Tomados pelas incompreensões
Vamos levando a vida

Não importa o que fazemos
As vistas dos homens
A verdade ou mentira
Por eles julgados
Um dia temos que pagar

Sempre estaremos sendo visto
Pela nossa própria consciência
Quem nos fazermos notar?

Quando ganho uma questão
Injustamente estaremos sempre
Culpando o coração
Por uma perigosa
Doença!

086/07

04/2007

Escrevo frases que adormece
Dentro do meu subconsciente
São nobres que engrandece
Quem ler nesse planeta

Os escritos falando do atual
Da humanidade sobrevive
Do pouco do bem muito normal
Nem todos são totalmente leves

Penso de uma forma
E escrevo de outra
Nem tudo se contorna
Na prova do desafio

Atos estão bem guardados
No profundo consciente
Planejava o mal não o faz
Plantando em seguida o bem
Planejavam o bem
Em seguida praticava o mal

085/07

12/04/2007
O rato corre pelos cantos
Da grande casa
Meus olhos atentos
Como de um gato
Vacilam em olhar

Pensei em ser uma outra
Que não fosse o que pensava
Algo inevitável dos grandes

13/04/2007
Vejo TV na madrugada
No silencio cinicamente
Ele aparece para comer
Restos de pipoca
Que deixei cair ao chão

Bem de vagar ele estaciona
Sempre frente a me
Com seus brilhantes olhos
Com suas mãos ágeis
Sempre a comer

Não faço nem um movimento
Observo o rato e a TV.
Tenho alegria de tolo
Todas as noites
Para minha companhia

Deveras é um rato jovem
Dentro da jovialidade
Nem percebendo perigo
Dos ratos velhos
Sábios que morrem

A sua graciosa aventura
Um dia terá o seu fim
Provavelmente como os velhos
Morrerá também assim

Meu sono chega e adormeço
Logo outro dia amanhece
Da longa noite acabada
Na companhia do rato

084/07

12/04/2007

O verdadeiro mal
É os que os defendem
Juizes e advogados
Principalmente políticos
Na beira da desculpa
Defendendo os seus ganhos

Outrora desses
Irritado eu ficarei
Darei tapas nos aqueles
Sempre que confiei
Ladrões sem escrúpulos
Tomando o pouco que ganhei

Talvez seja um anarquista
Que sabe um terrorista
O sexo masculino
Pelo feminista
Poucas palavras ditarão
Chicotes nos seus lombos
Será arrancado
Sem piedade te darei

084/07-A

12/04/2007


Os versos eram apenas
Uma desculpa
Para aproximar de te
Cada estrofe ou frases
Dedicado ao meu amor

Gostaria de andar
Sempre do teu lado
Cada momento
A cada minuto
Fazer um dia bom
Grande astral
Do irreal ao real
Tudo do natural

Acordar e te ver sorrir
Dando sempre bom dia
No seu rosto
Dar-te-ei
Um simples sorriso
Logo mais te digo
Como é bom
Ficar contigo

083/07

06/04/2007
Já tentei te esquecer
Com outro alguém
Pensei em desistir
Todos os meus caminhos
São sempre iguais

Outro dia te confesso
Chorei na falta
Dos teus carinhos
No mesmo lugar te esperei
O mesmo que várias vezes
Eu sempre te encontrei

Pensando bem
De nada tentei fazer
Tudo é assim mesmo
Tentar confessar é bom
A coragem que tenho
Não será suficiente
Para ir te encontrar
Sempre vivo assim
Todos os meus dias...

082/07

05/04/2007


Preguei-me a te
Como uma cola maluca
Sentimentos minaram
Todo meu ser de viver

De principio todo ciúme
Tinha tocado o meu mundo
Percebi que era costume
Porque sempre queria tudo

Ouvi a voz da razão
Será um pouco preço
Viver de compaixão
Afeto e adereço

Moldar o imoldável
Será um sacrifício
Tudo que sempre é móvel
Com a arte do ofício

Tentar sempre
Mesmo que tenha tentando