152/1981 –
11/09/1981
“Meu mundo nO pingo d’água”
Meus sentidos estão a sobrevoar
De repente eu vejo um pingo
De água que desprende de um
lugar
E procuro penetrar nesta
gota
Vejo um sorriso meu paraíso
Pessoas, criaturas, céu,
água, terra e ar
Brincando estava a vagar
Por milhas, léguas nas
estradas
Frente ao mar, frente toda
essa gente
Em todo ar
Reflito que estou caindo
E vejo meu mundo real
E pensei que era verdade
De todo esse meu paraíso
Neste estou a cair
Neste meu mundo
Que é tão imundo
Que agora
que vou parar

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