57/1980 – 08/10/1980
“Esse meu ponto de vista”
A qualquer coisa
transparente
Não consigo saber
Fico descontente com que há
comigo
Esta forma de lamento
Que apavora agora
As minhas imagens contentam
Procurando o resto de vida
Apareci no antes
Mas, agora triste
O que ouve comigo
Que nem sou o meu
Próprio amigo?
Eu nem sou
O meu próprio amigo
Falta algo que não tenho
É o meu pensamento
Um jeito pessimista
Que nos apontam no viver
Que de longe se avista

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