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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

COISAS ESTRANHAS DO POETA.Ley


COISAS ESTRANHAS DO POETA.Ley
20/11/2009 – 25/11/2016

Como em qualquer caminho há o seu fim
Nesse caderno serão os meus versos
Tento nele frases estranhas que escrevi
Do cotidiano, amores e progresso

Quando em plena margem reconhecer
Que ao longo dessa estrada não há nada
Todo o meu corpo irá sofrer
Os dos muitos abalos

Choque das ações dos meus dias
Transpareceram antes escuras
Das quem relacionam as vidas
Não restando quase nada

Pendurado na parede feito um pêndulo
Apoiado em um único cordal
Nas escritas os meus abalos
De uma louca solidão

Andaremos sempre em frente
De quando no começo acreditamos
Na qualidade de ser contente
Em tudo que façamos

O futuro está perto de nós
Não tentaremos piorar
Dentro do coração a voz
De nunca poder parar.

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