58/1980 – 09/10/1980
“De tudo um pouco Ley”
Sou uma vespa
Que leve voa
Esperando a sorte
Quem sabe a morte
Sou o sofrimento
Na penumbra que me pendura
Numa infinita procura
Fragmento de luz na aurora
Sou a mão
Que tocou seu coração
Que colheu as sementes
Na existência esquecidas
Um mundo perdido
Dos renitentes
Sou teu homem
Que te fez feliz
Que tu consomes
Que você sempre quis

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