O Poeta em dois tempos
Para:
Mário Gomes “O Poeta Louco
da Praça do Ferreira”
Perdido em meio as minhas
alucinações
Eu caminho sempre a cultivar o imaginário.
Compostos de poesias e
canções
Que há muito tempo carrego
comigo.
Á loucura das minhas teimas
Quando enfrento o mundo
real!
Quando tentar outra vez
Tornou-se o dia a dia
igual!
Quem quer saber dos loucos?
Dos quem eles pensam da
vida!
Andarilho das alucinações
Das fantasias de suas
aflições.
Perdendo o tempo em
explicações
Dos aqueles que o ridicularizam
Com perguntas maldosas
Que as carregam nos corações.
Sumi entre eles e permaneci
visível
Entrei para o meu mundo, só
o meu!
Quem dirá que eu não posso
o fazer?
Liberdade é pra todos...
Sou assim...
Permanecerei nele num
inútil que eles pensam ser o que eu sou!
No final de minha vida
certamente estarei sim
Perto do meu pai que
ouviram esse meus versos
Que cantarei com todo o
amor...

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