As máquinas do tempo
Virando magia
Meninas magrinhas
Sem vontade de viver
No sertão que todas
As famílias tinham
A coragem e a raça
De sobreviver
Os homens proclamando os donos da terra
Da faca à absurda guerra nas estrelas
Quando todos os povos tiverem a certeza
Quando abrirem os olhos
Virem que a terra é cinza
E o verde voltar
Será tarde de mais
Já mais
Será tarde de mais
Para proclamar a paz

Nenhum comentário:
Postar um comentário