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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O todo medo devo a você


O quarto se fazia repleto de sonhos
Pesadelos, loucura um por tudo
O quarto permanecia no silencio
De repente torna-se realidade

Agora me vejo em tremendas agonias
Causadas pelos terrores de meu medo
Procurar alguém e preencher a emenda
Do destino cruel desse meu mundo

O silencio se retranca, retrai, evapora
Por todos os lados vejo então você
Que rapidamente não estar presente
Tantas as noites, sonhos sem parar

Estou louco de amor nessa noite
E as lembranças vão e voltam
O sono é mais forte
De todos os meus sentidos
Onde está você?

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