Abria-se a porta
Quase morto caia
Sacrificado poeta
Todos os dias fazia
E se fulgia de toda realidade
Nos outros dias não cabia
15/05/1992
Pois pelos fatos da fatalidade
Todo cotidiano sucedia
O poeta considerado
Amante da vida e morte
Venerado por poucos
Desconhecido da sorte

Nenhum comentário:
Postar um comentário