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domingo, 16 de janeiro de 2011

Jocilene – O meu amor

E no meu silêncio
Provei a amargura
Quis o alivio
E me veio à tortura

Tua presença uma vaga lembrança
Perdido, sofrendo nos meus pesadelos
Como tudo só uma esperança
No meu cotidiano nos meus grilos

22/07/1992
II
Estou triste essa noite
Sempre estou triste
Ninguém percebe
E se percebe
Não dizem nada
E fazer o que?
Estou sufocando meu coração
A mágoa é a água que afoga
Sufocado por meus próprios...
Quem sabe meu egoísmo
E eu há de notar
Que meu eu é sempre alegre
E dentro é um coração travesso
Tudo quebrado em pequenos
Pedacinhos

24/07/1992
Queria poder um dia
Confessar que tudo
O que sempre queria
Era poder te amar

E nas noites frias
Sentir teu corpo
Junto ao meu
Feliz seria minha

De tudo de você
Poder te possuir
Amor pode crer
Não estou mentindo



631/1992 – 24/07/1992
Queria poder um dia
Confessar que tudo
Que sempre queria
Era viver em teu mundo

E nas noites frias
Poder sentir teu corpo
Bem perto do meu
Na felicidade
Tu me amarias

De tudo de você
Poder sorrir
Amor pode crer
Não estou a mentir

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