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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Contra tempo desenvolvido

 
O processo da invidualidade
Pelo os atos desenvolvidos
Tornaram-se realidade
Chorar sem motivos

O que é fazer o motivo
De não poder chorar
Desse universo ativo
Uma chance de se salvar

Quem tem o direito desse motivo
Sem ter que desfrutar o mundo
Quem tudo nega virá receber
Todo o dobro sem saber sofrer

A correr por me um pensamento
De um dia não ter mais esse mundo
Lindo para os meus filhos da terra
Do tempo dos meus avôs

Agora vejo máquinas e homens a destruir
A própria natureza deixando o povo
Com muita fome com maus modos
Que meu Deus não lhe deu essa pobreza

O universo cairá sobre os males
Da terra sobre os homens maus
Que resta não me fale
Chegará o tempo para todos

Talvez com a fraternidade
Possa os homens um dia
Se salvar da dura realidade
De pensar com tudo

É que diria ser verdade
E todos irão sim, sofrer

As nuvens do céu permanecem
Quase puras todas poluídas
Do verde cada dia queimado
O planeta todo poluído

As falsas realidades dos homens
Irá então de se anunciar
Do que sofrer com tudo
Todo louco há de morrer
Ou há de se matar com tantas tolices

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